A biometria será utilizada novamente nas eleições de 2023, disponível em todas as seções eleitorais do país. Essa tecnologia tem como objetivo evitar fraudes e assegurar a lisura do pleito. Contudo, é importante destacar que a biometria não é obrigatória para exercer o direito ao voto.
Os eleitores que não possuem cadastro biométrico podem votar normalmente, desde que seu título de eleitor esteja regular. Para isso, será necessário apresentar um documento de identificação no momento do acesso à urna eletrônica.
Funcionamento da Leitura Biométrica
Caso a urna eletrônica não reconheça a biometria já realizada, o eleitor ainda mantém o direito ao voto. A orientação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é que a leitura biométrica pode ser repetida até quatro vezes. Se a dificuldade persistir, a mesa receptora confirmará a identidade do eleitor por outros meios de conferência do cadastro.
Se as informações coincidirem, o eleitor deverá assinar o caderno de votação ou registrar sua impressão digital, caso não saiba assinar. Desde 2008, a Justiça Eleitoral utiliza dados biométricos para identificar os votantes, aumentando a segurança e evitando que uma pessoa vote no lugar de outra.
Cadastro Biométrico Encerrado
É importante lembrar que o prazo para o cadastro biométrico foi encerrado em maio de 2023, o que significa que não será mais possível realizar esse cadastro para as eleições de 2026. O TSE orienta que os cidadãos compareçam à Justiça Eleitoral após o pleito para realizar o cadastro, que inclui a coleta de fotografia, digitais de todos os dedos da mão e assinatura do eleitor.
Essas informações são cruciais para garantir um processo eleitoral mais seguro e eficiente, permitindo que o TSE detecte registros duplicados no cadastro eleitoral.
Opinião
A utilização da biometria nas eleições é uma medida que, embora opcional, traz um nível extra de segurança ao processo democrático, assegurando que cada voto conte de forma justa.





