Tecnologia

Toyota lança Hilux movida a hidrogênio em 2028 e mira 200 mil vendas até 2030

Toyota lança Hilux movida a hidrogênio em 2028 e mira 200 mil vendas até 2030

A Toyota lançará na Europa, em 2028, uma versão da picape Hilux equipada com célula a combustível de hidrogênio, conforme anunciou na IAA Transportation, a maior feira de veículos comerciais do mundo. O veículo terá uma autonomia superior a 400 quilômetros e capacidade de carga de até 2,5 toneladas.

Em 2023, a montadora japonesa apresentou um protótipo da Hilux no Reino Unido, destacando a popularidade do modelo entre consumidores, especialmente no Sudeste Asiático. Na Europa, a Toyota posiciona a Hilux como um veículo comercial leve, focando em empresas de leasing de veículos e outros clientes corporativos.

Metas e Desafios

A Toyota Professional, divisão de veículos comerciais da empresa na Europa, tem como meta vender 200 mil veículos comerciais leves até 2030, representando um aumento de 20% em relação aos níveis de 2025. A montadora busca alcançar uma participação de mercado de 8%, um crescimento de 2 pontos percentuais.

Participação em Eventos

Além do lançamento da Hilux, a Toyota também participará do Rally Dakar em janeiro de 2027, na Arábia Saudita, com um veículo baseado na Hilux movida a hidrogênio. A empresa não divulgou detalhes como a altura do veículo ou o preço do modelo a hidrogênio, mas a expectativa é alta para o desempenho e a aceitação do novo modelo no mercado.

Inovações Tecnológicas

Na mesma ocasião em que anunciou a Hilux, a Toyota apresentou um sistema de célula a combustível com potência máxima de 300 quilowatts para caminhões pesados, comparável à potência de um motor a diesel. Segundo a montadora, a potência e a durabilidade foram duplicadas em relação à geração anterior, e a eficiência de combustível aumentou em 20%.

Opinião

A chegada da Hilux movida a hidrogênio representa um passo significativo para a Toyota em um mercado cada vez mais competitivo e consciente das questões ambientais, e suas metas ambiciosas podem redefinir o futuro dos veículos comerciais na Europa.