O Sistema Cantareira, principal reservatório de São Paulo, continua a operar na faixa de atenção em novembro, com um volume útil de 51,2% da capacidade total. Este é o maior volume registrado desde maio de 2025, quando o armazenamento chegou a 52,7%.
Apesar do aumento no armazenamento, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas) informaram que a captação de água do Cantareira permanecerá limitada a 31 metros cúbicos por segundo (m³/s) durante este mês. A faixa de atenção é definida quando o nível do reservatório fica entre 40% e 60%.
Captação e Resolução Conjunta
A Sabesp, companhia que gerencia o sistema, deve seguir as diretrizes estabelecidas pela Resolução Conjunta nº 925/2017, que determina os limites de captação de água com base no nível de armazenamento do manancial. Em condições normais, a captação pode chegar a 33m³/s.
Estrutura do Sistema Cantareira
O Sistema Cantareira é composto por cinco reservatórios interligados: Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro, totalizando um volume útil de 981,56 bilhões de litros. Desde 2018, há uma interligação entre a represa Jaguari e a represa Atibainha.
Esse sistema é responsável por abastecer cerca de metade da população da região metropolitana de São Paulo e também contribui para o abastecimento de Campinas e outras localidades.
Opinião
A situação do Sistema Cantareira exige atenção constante, uma vez que a segurança hídrica da região metropolitana de São Paulo depende de sua gestão eficaz.





