O debate realizado no dia 29 de setembro de 2026 entre os candidatos ao governo do Paraná, Sergio Moro (PL), Sandro Alex (PSD) e Requião Filho (PDT), foi marcado por intensos embates e poucas propostas concretas. O evento, que antecede o primeiro turno das eleições em 4 de outubro de 2026, teve quatro blocos e foi transmitido pela RPC.
Conflitos e Acusações
Logo no início, Moro questionou as alianças políticas de Sandro Alex, se posicionando como a única alternativa de oposição ao governo federal no estado. Em resposta, Sandro Alex acusou Moro de oportunismo, mencionando seu apoio à indicação de Flávio Dino ao STF. O clima esquentou, levando os candidatos a pedirem direito de resposta, que foi negado pela equipe jurídica da RPC.
Educação e Segurança
No decorrer do debate, Sandro Alex defendeu os índices de educação do estado e acusou Requião Filho de querer fechar escolas cívico-militares. Requião rebateu, afirmando que não há planos de fechamento, mas sim de ampliação das escolas com horário integral e ensino técnico. Em um momento tenso, Requião cobrou Moro sobre dados de violência contra a mulher, enquanto Moro defendeu o combate ao crime organizado e a construção de presídios de segurança máxima.
Denúncias e Propostas
No segundo bloco, Requião Filho questionou Moro sobre suas propostas anticorrupção, lembrando suas denúncias ao Ministério Público. Moro defendeu sua trajetória de combate à corrupção e prometeu um governo transparente. Ele ainda criticou a gestão da família Requião no Porto de Paranaguá, mas Requião se defendeu das acusações.
Opinião
O debate entre os candidatos ao governo do Paraná evidenciou as tensões políticas e as divergências em propostas, refletindo um cenário eleitoral acirrado.





