A Copa do Mundo de 2026, que será sediada em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá, marca a primeira edição do torneio com 48 seleções participantes. Para a América do Sul, essa mudança representa um aumento nas vagas da Conmebol. Contudo, o caminho para a Seleção Brasileira se mostrou repleto de instabilidades.
Desempenho da Seleção Brasileira nas Eliminatórias
O ciclo para o Mundial começou após a eliminação no Catar em 2022, e foi marcado por uma rotatividade inédita no comando técnico. A CBF iniciou com Ramon Menezes, seguido por Fernando Diniz, e depois Dorival Júnior, que foi demitido após uma derrota histórica por 4 a 1 para a Argentina em março de 2025. A estabilidade chegou com Carlo Ancelotti, que assumiu em maio de 2025 e garantiu a vaga matemática após vencer o Paraguai.
O novo formato das Eliminatórias
Com a expansão da Copa, a Conmebol passou a ter direito a seis vagas diretas e uma para repescagem. Apesar disso, o Brasil registrou sua pior campanha desde a adoção do formato atual, terminando as Eliminatórias em 5º lugar com 28 pontos, 8 vitórias, 4 empates e 6 derrotas. Pela primeira vez, o Brasil perdeu os dois confrontos para a Argentina na mesma edição qualificatória.
Desafios táticos e amistosos internacionais
A equipe enfrentou uma crise de identidade tática, exacerbada pela ausência de Neymar devido a lesões. Jogadores como Vinicius Junior e Rodrygo não conseguiram manter um desempenho constante. A CBF realizou amistosos contra seleções europeias, africanas e asiáticas em busca de soluções, com resultados como uma vitória por 5 a 0 contra a Coreia do Sul e um empate em 1 a 1 com a Tunísia.
Opinião
A Seleção Brasileira, embora cercada de desconfiança, agora precisa transformar os desafios enfrentados em resiliência para brilhar na Copa do Mundo de 2026.





