O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), está enfrentando uma crise em sua candidatura presidencial, com apenas 2% das intenções de voto, segundo a pesquisa Quaest realizada entre 3 a 6 de setembro de 2026. O cenário se complica ainda mais com a ascensão de Augusto Cury (Avante), que alcançou 8% e ocupa a terceira posição nas intenções de voto.
Impacto da Ausência em Debate
A ausência de Zema no debate presidencial da Band em agosto foi considerada um erro estratégico. Ele não compareceu devido à falta de confirmação de Lula e Flávio Bolsonaro, mas essa decisão pode ter custado uma oportunidade valiosa para aumentar sua visibilidade nacional. O cientista político Adriano Cerqueira comentou que a participação no debate poderia ter ajudado Zema a conquistar mais votos fora de Minas Gerais.
Desafios e Críticas
Além de sua ausência no debate, Zema tem enfrentado dificuldades em atrair o voto da direita, mesmo com sua postura crítica em relação aos ministros do STF. Sua candidatura, que inicialmente parecia promissora, agora é ofuscada pela figura de Cury, que se consolidou como o principal nome da chamada terceira via.
Próximos Passos e Críticas ao STF
A campanha de Zema confirmou sua intenção de participar de futuros debates, mas o próximo evento, previsto para ser realizado no SBT, foi cancelado pela falta de confirmação de Lula e Flávio Bolsonaro. Apesar das dificuldades, Zema mantém sua candidatura e aposta em um aumento do conhecimento do eleitorado conforme se aproxima o primeiro turno.
Opinião
A situação de Zema reflete os desafios que muitos candidatos enfrentam em um cenário eleitoral polarizado, onde a visibilidade e a conexão com o eleitorado são cruciais para o sucesso.





