O Dia Mundial da Osteoporose, celebrado em 20 de outubro, traz à tona a importância da prevenção e do diagnóstico precoce dessa doença que pode enfraquecer os ossos e aumentar o risco de fraturas. Segundo a reumatologista Rebecca Maria, do Hospital Universitário Alcides Carneiro da Universidade Federal de Campina Grande (HUAC-UFCG), a osteoporose é considerada uma condição silenciosa, muitas vezes evoluindo sem sintomas por anos.
Fatores de Risco e Sintomas
A osteoporose pode ser identificada frequentemente após uma fratura, que pode ocorrer mesmo após quedas de baixa intensidade. Entre os principais fatores de risco, destacam-se a idade acima de 50 anos, especialmente após a menopausa, histórico familiar de osteoporose, baixo peso corporal e hábitos como sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas.
Diagnóstico e Exames
A avaliação médica é essencial para identificar pessoas em maior risco e determinar a necessidade de exames, como a densitometria óssea, que mede a densidade mineral dos ossos. A reumatologista destaca que, na maioria dos casos, a osteoporose não provoca dor nas fases iniciais, e os sinais podem surgir apenas após uma fratura.
Prevenção e Tratamento
Para prevenir a osteoporose, a adoção de hábitos saudáveis é fundamental. Uma alimentação equilibrada, rica em cálcio e vitamina D, é recomendada, assim como a prática regular de atividade física. Exercícios que trabalham a força muscular e o equilíbrio ajudam a manter ossos e músculos fortes, reduzindo o risco de quedas.
Quando a osteoporose é diagnosticada, o tratamento deve ser individualizado e acompanhado por um profissional de saúde. Isso pode incluir mudanças no estilo de vida, orientação para a prática de exercícios e, em alguns casos, o uso de medicamentos específicos para reduzir a perda óssea.
Opinião
É crucial que as pessoas estejam atentas aos fatores de risco e busquem acompanhamento médico regular, pois a saúde óssea é fundamental para a qualidade de vida, especialmente na terceira idade.





