Requião Filho, deputado estadual e pré-candidato ao governo do Paraná, afirmou que, se eleito, pretende acabar com o programa Parceiro da Escola, que terceiriza serviços de infraestrutura, manutenção, limpeza e segurança nas escolas públicas. As declarações foram feitas em 11 de agosto de 2026 durante uma sabatina promovida pela Folha de S.Paulo e pelo UOL.
Além de criticar o programa, Requião também se manifestou contra as escolas cívico-militares, que atualmente somam 345 colégios estaduais. Ele argumentou que “não faz sentido” a presença de policiais dentro da área pedagógica, afirmando que isso encarece o ensino público e distorce a função educacional das instituições.
Pesquisa de Intenção de Voto
Em uma pesquisa de intenção de voto divulgada recentemente, Requião Filho aparece com 23,2% das intenções, enquanto o senador Sergio Moro lidera com 45,7%. A margem de erro da pesquisa é de 3,1 pontos percentuais, colocando Requião em uma posição competitiva, mas desafiadora, em relação aos outros candidatos.
Críticas e Propostas
Durante a entrevista, Requião se autodenominou uma versão 2.0 de seu pai, o ex-governador Roberto Requião, destacando as diferenças entre suas propostas e as do pai. Ele também comentou sobre a privatização da Copel, prometendo retomar o controle da empresa, e enfatizou a importância de programas de apoio ao pequeno agricultor no estado.
Opinião
A posição de Requião Filho em relação ao programa Parceiro da Escola e as escolas cívico-militares reflete uma crítica ampla à terceirização e militarização da educação, questões que merecem atenção no debate político atual.





