Renan Santos, presidenciável do Missão, incorporou um lema polêmico em sua campanha: “decisão ilegal não se cumpre”. A frase surgiu durante uma entrevista na GloboNews no dia 05 de agosto de 2026, conduzida pelas jornalistas Andréia Sadi e Natuza Nery.
Durante a entrevista, Renan reafirmou sua posição de desobedecer ordens judiciais que considere “ilegais”, especialmente aquelas que sejam decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal (STF) que contrariem o entendimento do Congresso Nacional. Ele exemplificou sua posição, afirmando que não aceitaria uma decisão que proibisse intervenções em estados, caso seguisse todos os trâmites legais necessários.
Críticas ao Centrão e à atuação do STF
Além de sua crítica ao STF, Renan Santos também se posicionou sobre o Centrão, grupo que anteriormente havia chamado de “parasitas”. Apesar de suas críticas, ele admitiu a possibilidade de compor com o bloco, ressaltando a necessidade de articulações políticas para obter votos favoráveis a projetos. Ele ainda criticou o uso de emendas parlamentares pelo Centrão e elogiou o ministro Flávio Dino por sua atuação contra abusos na destinação de verbas.
Perspectivas eleitorais
Renan Santos, que é também o fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), aparece atualmente em terceiro lugar nas pesquisas eleitorais, atrás de Lula e Flávio Bolsonaro. Sua posição nas pesquisas e suas declarações têm gerado repercussão e debate entre os eleitores.
Opinião
A adoção de um lema tão contundente por Renan Santos reflete uma estratégia ousada que pode ressoar com eleitores insatisfeitos, mas também levanta questões sobre a relação entre os poderes e a obediência às leis.





