O PT decidiu lançar uma candidatura própria ao governo de Minas Gerais, após a desistência do senador Rodrigo Pacheco em maio de 2026. A ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, favorita de Lula, classificou essa decisão como um “equívoco estratégico”.
Decisão do PT e reação de Marília Campos
A decisão do PT foi tomada em reunião em Brasília no dia 24 de junho de 2026. Marília Campos argumentou que o melhor caminho seria formar uma aliança ampla, em vez de uma candidatura própria, afirmando que “a realidade política de Minas exige capacidade de diálogo”.
Ela destacou que o foco deve ser a construção de consensos e que a polarização não ajuda a resolver os problemas dos mineiros. Marília também não participou de eventos com Lula em junho, o que foi interpretado como um sinal de sua resistência à candidatura.
O cenário eleitoral em Minas Gerais
Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do Brasil, e a pesquisa mais recente mostra Cleitinho (Republicanos) liderando com 20 pontos de vantagem sobre os demais pré-candidatos. Marília Campos, por sua vez, continua se apresentando como pré-candidata ao Senado, onde acredita ter mais chances de vitória.
A ex-prefeita deixou a prefeitura de Contagem em março para se dedicar à pré-campanha ao Senado, afirmando que essa é a única disponibilidade política que tem para 2026.
Opinião
A situação do PT em Minas reflete as dificuldades do partido em encontrar um candidato competitivo, especialmente após o recuo de Pacheco, o que pode impactar a estratégia eleitoral do partido nas próximas eleições.





