O Palmeiras surpreendeu ao deixar a goleira colombiana Kate Tapia fora da lista de inscritas para a Libertadores Feminina. A decisão foi comunicada via grupo da equipe, gerando polêmica entre os torcedores e a própria atleta.
Tapia alegou problemas familiares para viajar à Colômbia, solicitando permissão ao clube para resolver questões pessoais envolvendo seu pai. A diretoria e a comissão técnica, incluindo o preparador de goleiras, concederam a autorização, mas a goleira embarcou antes da data acordada, sem o consentimento do Palmeiras.
Em suas redes sociais, Tapia lamentou a forma como foi informada sobre sua exclusão, mencionando que após quatro anos de dedicação, esperava uma conversa pessoal antes da decisão. “O que mais me entristeceu foi ter sido informada, após quatro anos de entrega, trabalho e compromisso, de que não faria parte da Libertadores por meio de uma comunicação no grupo da equipe”, desabafou.
O Palmeiras busca seu segundo título na Libertadores Feminina, competindo no Grupo B ao lado de Belgrano (Argentina), Universitario (Peru) e Dragonas (anfitrião). A estreia do time será no dia 15 de outubro, às 21h, no Estádio Banco Guayaquil.
Com a saída de Tapia, a goleira titular na Libertadores será Natascha, enquanto Ravena e Tainá serão as demais opções. O contrato de Tapia com o Palmeiras se encerra em dezembro e sua exclusão pode sinalizar o fim de sua passagem pelo clube, onde conquistou cinco títulos, sendo decisiva em várias finais.
Opinião
A exclusão de Kate Tapia levanta questões sobre a comunicação e o tratamento de atletas em momentos delicados, refletindo a necessidade de um diálogo mais humano nas decisões esportivas.





