Imagine a cena: Grande Prêmio da Suécia, 1976. O ronco dos motores ecoa, a tensão é palpável. No meio do grid, uma anomalia, uma miragem mecânica que desafia tudo o que se conhecia sobre carros de corrida. Ali estava o Tyrrell P34, um carro de Fórmula 1 com quatro pequenas rodas na frente e duas normais atrás. Seis rodas. Não era um protótipo de exibição,…