O Nubank ultrapassou o Bradesco e se tornou a segunda maior instituição financeira do Brasil em número de clientes, conforme revelado na edição do quarto trimestre do ranking de reclamações do Banco Central. O Nubank agora conta com 112 milhões de clientes, ficando atrás apenas da Caixa Econômica Federal, que possui 158 milhões.
Na sequência do ranking estão o Bradesco, com 110,5 milhões de clientes, seguido pelo Itaú Unibanco, que tem 100,3 milhões, e o Banco do Brasil, com 81,9 milhões. O crescimento da base de clientes do Nubank também se reflete em um aumento no engajamento, com cerca de 85% dos usuários ativos mensalmente.
Foco no relacionamento com clientes
A CEO do Nubank no Brasil, Livia Chanes, destacou que a estratégia da empresa está centrada no aprofundamento do relacionamento com os clientes e na ampliação do uso dos produtos e serviços financeiros. “Mais do que crescer em números, nosso foco é a presença significativa na vida financeira das pessoas”, afirmou Chanes.
A executiva acrescentou que a expansão da base de clientes está relacionada à oferta de produtos voltados ao uso cotidiano, priorizando a simplicidade operacional e um atendimento de qualidade. “Nossa base de mais de 112 milhões de clientes é fruto de um trabalho contínuo para oferecer produtos que façam sentido no cotidiano, com um atendimento humano e tecnologia que remove a complexidade do dia a dia”, complementou.
Economia e prêmios
O Nubank também tem se destacado pelos ganhos financeiros que proporciona aos seus usuários. Em menos de uma década, os clientes economizaram mais de R$ 111 bilhões em tarifas bancárias. Para 2025, a empresa estima uma economia de R$ 158,8 milhões em parcerias que oferecem descontos, além de ter renegociado dívidas de mais de 6 milhões de clientes.
Nos indicadores de qualidade, o Nubank manteve uma das menores taxas de reclamações no ranking do Banco Central e, pelo nono ano consecutivo, recebeu o Prêmio Reclame AQUI, reforçando seu compromisso com a satisfação do cliente.
Opinião
A ascensão do Nubank no cenário financeiro brasileiro reflete uma mudança significativa na forma como os consumidores se relacionam com os bancos, priorizando serviços mais acessíveis e eficientes.





