A seleção do Egito vive um momento histórico ao ver seus dois maiores artilheiros em Copas do Mundo, Mohamed Salah e Abdelrahman Fawzi, empatados com dois gols cada. Essa marca é um reflexo das trajetórias distintas dos jogadores, com Fawzi fazendo história na primeira participação do país em 1934 e Salah consolidando seu legado em 2018.
Um empate entre gerações
O Egito fez sua estreia em Copas do Mundo em 1934, tornando-se a primeira nação africana e árabe a participar do torneio. Naquele ano, Abdelrahman Fawzi marcou seus dois gols em um intervalo de apenas quatro minutos durante a derrota por 4 a 2 para a Hungria. Após quase noventa anos, Mohamed Salah igualou essa marca na Copa do Mundo de 2018, na Rússia, onde anotou dois gols, um deles em um pênalti contra os anfitriões e outro contra a Arábia Saudita.
Histórico da seleção egípcia em Copas do Mundo
Até o momento, o Egito participou de apenas três Copas do Mundo: 1934, 1990 e 2018, totalizando cinco gols marcados em sua trajetória. Além de Fawzi e Salah, o meio-campista Magdi Abdelghani também deixou sua marca, convertendo um pênalti na Copa de 1990, garantindo um empate contra a Holanda.
Expectativas para o futuro
Com a próxima Copa do Mundo marcada para 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, as atenções se voltam para Mohamed Salah. O atacante, que já é o maior artilheiro africano das eliminatórias com 20 gols, tem a chance de se tornar o maior artilheiro da seleção egípcia em Copas do Mundo, superando o empate histórico com Abdelrahman Fawzi. O atual técnico da seleção, Hossam Hassan, que é o maior artilheiro da história da seleção com quase 70 gols, nunca conseguiu marcar em Copas, o que deixa o caminho livre para Salah.
Opinião
A expectativa para a próxima Copa do Mundo é grande, e a possibilidade de Mohamed Salah se destacar novamente traz esperança aos torcedores egípcios.





