O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) divulgou dados que revelam um crescimento significativo no mercado de trabalho brasileiro. No primeiro bimestre de 2026, foram gerados 370.339 empregos formais, dos quais 300.728 vagas, ou seja, 81,2%, foram ocupadas por pessoas inscritas no Cadastro Único, a principal ferramenta de identificação das famílias em situação de vulnerabilidade.
O ministro Wellington Dias destacou que essa tendência se mantém nos últimos dois anos, com o governo do presidente Lula alcançando a menor taxa de desemprego da história. “Quem ocupa essas vagas de emprego formais geradas é o público do Cadastro Único”, afirmou.
Perfil dos Empregados
O perfil dos novos empregados mostra que as mulheres superaram os homens, representando 50,2% do saldo líquido de empregos. Em relação à cor, 57,9% das vagas foram ocupadas por pessoas de cor parda, totalizando 174,1 mil postos. Além disso, 68,3% das vagas ocupadas foram preenchidas por pessoas com ensino médio completo, correspondendo a 206,42 mil empregos.
Distribuição Regional e Setorial
Os dados também indicam que cinco estados foram responsáveis por 71,6% do saldo total de empregos no Caged. São Paulo se destacou, gerando 111.611 vagas, o que representa 26,7% do saldo do Cadastro Único. O setor de serviços liderou a criação de empregos, com 156,58 mil postos, seguido pela indústria, construção, comércio e agropecuária.
Faixa Etária
Os jovens de 18 a 24 anos foram os que mais se beneficiaram, com 186,88 mil postos no saldo geral e 125,77 mil no Cadastro Único, representando 50,5% e 41,8%, respectivamente.
Opinião
Os dados apresentados pelo MDS revelam a importância do Cadastro Único na inclusão social e no fortalecimento do mercado de trabalho, evidenciando a necessidade de políticas públicas que continuem a apoiar esse público vulnerável.





