Aos 81 anos, Luiz Inácio Lula da Silva celebra seu aniversário em meio a uma forte demonstração de apoio de seus eleitores, especialmente os mais idosos. Nesta terça-feira, 27 de outubro de 2026, o presidente, que recebeu mais de 64 milhões de votos, foi homenageado por um grupo de eleitores que o acompanham desde suas primeiras campanhas.
Emoção e gratidão
A aposentada potiguar Cícera Brasil, de 90 anos, foi uma das primeiras a chegar ao Palácio da Alvorada, expressando sua emoção por votar em Lula desde 1989. Ela destacou como as políticas públicas implementadas por Lula mudaram a vida de sua família, permitindo que seus filhos e netos tivessem acesso à educação.
Outro eleitor, Henrique Pereira de Oliveira, de 73 anos, um pedreiro e poeta, também se fez presente. Ele trouxe uma mochila com seus livros, incluindo a obra mais recente, intitulada O Indomável Lula, e expressou seu desejo de entregar ao presidente, afirmando que Lula o inspira profundamente.
Histórias de vida
Rivanda Pereira da Silva, de 71 anos, emocionou-se ao votar em Lula e ao cantar os parabéns ao presidente, com quem compartilha o sobrenome. Ela relembrou sua trajetória e como as políticas de Lula a ajudaram a valorizar a educação em sua família. “Sou mais uma Silva que votou nele”, declarou.
A festa de aniversário foi marcada por momentos de emoção, onde Lula agradeceu aos idosos presentes e refletiu sobre a força do voto. “Eu estava vendo o vídeo dos velhinhos votarem. Eu, sinceramente, acho que foi a imagem mais forte e humana que já vi em uma eleição”, comentou o presidente, visivelmente emocionado.
O futuro de Lula
Lula, que completará seu quarto mandato aos 85 anos, é o presidente mais idoso da história do Brasil. A advogada Lígia Câmara, de 48 anos, expressou sua esperança de que o Brasil continue a ser um país soberano e inclusivo sob a liderança de Lula, enquanto a oftalmologista Barbra Bita ressaltou a importância de sua trajetória para a construção de um país mais justo.
Opinião
A celebração do aniversário de Lula evidencia não apenas sua longevidade política, mas também a conexão emocional que ele mantém com seus eleitores, especialmente os mais velhos, que veem nele um símbolo de esperança e transformação social.





