O Ministério do Esporte (MEsp) está avançando na organização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 através de uma série de reuniões com os líderes das Câmaras Temáticas. Sob a liderança da secretária extraordinária Juliana Picoli Agatte, os encontros têm como objetivo alinhar prazos e responsabilidades para assegurar a execução das medidas estruturantes até junho de 2026.
Compromisso com a excelência
Durante as reuniões, que reúnem representantes de 23 ministérios, o compromisso do governo federal com a realização da melhor Copa do Mundo Feminina da história foi enfatizado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o potencial transformador do evento, que visa não apenas promover o futebol, mas também abordar questões sociais, como o combate à violência contra mulheres.
Estrutura e legado
A Copa do Mundo Feminina 2027 é vista como uma agenda estratégica de Estado, com impactos que vão além do esporte. Juliana Agatte afirmou que o evento deve deixar um legado social e esportivo, fortalecendo o futebol feminino e promovendo a igualdade e a valorização das mulheres. As reuniões quinzenais das Câmaras Temáticas são parte fundamental desse processo, com a expectativa de que o Plano Operacional e de Ação esteja consolidado até junho.
Governança e monitoramento
O MEsp lidera duas das dez Câmaras Temáticas, focadas em Legado Social e Esportivo e Cidades-Sede. A governança estruturada e o monitoramento contínuo pelo Grupo Executivo (GECOPA) e pelo Comitê Gestor (CGCOPA) são essenciais para garantir a integração das ações e a eficiência na entrega do evento.
Opinião
É fundamental que o Brasil aproveite a oportunidade da Copa do Mundo Feminina para promover mudanças significativas e duradouras no esporte e na sociedade.
