O velejador gaúcho Guilherme Plentz foi um dos dois únicos brasileiros a disputar o Campeonato Europeu de iQFoil, realizado em Portimão, em Portugal. Essa competição, considerada uma das mais fortes do calendário internacional da modalidade, ocorreu entre os dias 16 e 23 de maio e reuniu atletas de 42 países.
Ao lado de Mateus Isaac, principal nome brasileiro da classe, Plentz representou o Brasil em uma disputa que contou com alguns dos melhores atletas do mundo. O evento teve caráter estratégico para a preparação dos atletas, servindo como uma etapa importante para o Mundial de iQFoil.
Desafios e Preparação
Guilherme é atleta de iQFoil, uma classe olímpica do windsurf que combina prancha à vela com o uso de um foil, estrutura que eleva a prancha acima da água e permite atingir altas velocidades. A modalidade exige do atleta força física, domínio técnico, leitura de vento, estratégia e grande capacidade de adaptação às condições do mar.
“O Campeonato Europeu é muito importante do ponto de vista de treino. Todos os melhores do mundo estão lá: atletas da Austrália, da China, dos Estados Unidos e de várias outras potências. É muito bom para preparar para o Mundial”, destacou o velejador.
Compromisso e Apoios
Além de sua dedicação ao esporte, Guilherme também é 3º sargento do Exército Brasileiro e conta com o apoio da CIGAME Materiais Elétricos e da Marinha do Brasil, parceiros que têm contribuído para a continuidade de sua campanha internacional. A presença de Plentz em Portugal reforça a participação do Rio Grande do Sul em uma modalidade de altíssimo rendimento, ainda pouco conhecida do grande público.
O atleta gaúcho está em processo de consolidação na classe iQFoil, que é uma das mais recentes e rápidas da vela. Com o horizonte voltado para o ciclo olímpico de Los Angeles 2028, Guilherme vê o Mundial da classe como uma das grandes etapas de preparação e qualificação do período.
Opinião
A participação de Guilherme Plentz no Europeu de iQFoil destaca a crescente importância do Brasil no cenário internacional da vela e a necessidade de mais apoio a atletas em suas jornadas competitivas.





