O plano econômico de Flávio Bolsonaro (PL) visa um ajuste das contas públicas com a proposta de um “tesouraço” que inclui o corte de dez ministérios. A revisão da reforma tributária é uma das principais promessas, com a intenção de reduzir a alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Além disso, uma nova regra fiscal será implementada para estabilizar a dívida pública, que, segundo o candidato, aumentou 13 pontos percentuais durante o governo Lula (PT).
Reformas e cortes propostos
O programa, intitulado “Para o Brasil vencer o atraso”, propõe uma reforma administrativa abrangente, que inclui a redução de cargos comissionados e o combate a desperdícios. A ideia é diminuir a máquina pública e, assim, abrir espaço para a redução de impostos. Flávio Bolsonaro ressalta que o aumento dos gastos públicos resulta em juros mais altos e maior carga tributária para o cidadão.
Nova regra fiscal e revisão tributária
A nova regra fiscal proposta visa estabilizar e, posteriormente, reduzir a dívida pública. O plano não detalha como funcionará, mas promete superávits primários e limites para o crédito subsidiado. Em relação à tributação, a revisão da reforma do IVA busca diminuir a carga sobre produção e consumo, com a crítica à alíquota base que poderia chegar a 30% sob o atual governo.
Redução do custo do trabalho e foco no Bolsa Família
O candidato propõe uma redução gradual do custo do trabalho, priorizando a formalização de empregos, especialmente para jovens e trabalhadores mais velhos. Além disso, beneficiários do Bolsa Família teriam prioridade em programas de emprego e qualificação, visando facilitar a transição para o mercado de trabalho.
Energia e competitividade
Na área energética, Flávio Bolsonaro promete reduzir impostos sobre energia elétrica e combustíveis para tornar o Brasil mais competitivo. O plano inclui a modernização da infraestrutura de gás natural e a ampliação da produção de biocombustíveis.
Opinião
O plano de Flávio Bolsonaro apresenta uma proposta ambiciosa, mas a implementação das medidas será crucial para enfrentar os desafios econômicos e a crescente dívida pública do país.





