O candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro, participou no dia 10 de outubro do centenário das Assembleias de Deus do Ministério Madureira, evento que reuniu milhares de pessoas no estádio do Maracanãzinho, na zona norte do Rio de Janeiro. Durante sua fala, Flávio afirmou que o Brasil está vivendo uma ‘guerra espiritual’ e que não é fácil enfrentar “inimigos mentirosos que usam a arma do diabo, que é a mentira, para enganar muita gente”.
O evento foi o último da agenda de Flávio no Rio, que incluiu uma motociata e uma carreata em São Gonçalo, berço político do governador reeleito Douglas Ruas. Apesar da grande presença de público, Flávio não falou com a imprensa durante o evento. Os participantes demonstraram apoio ao candidato com aplausos e gritos de “é 22!”, referindo-se ao número do partido.
Na ocasião, Samuel Ferreira, presidente executivo da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, pediu ao público que repetisse a frase “irmão vota em irmão”. Ele enfatizou a saudade que os evangélicos sentem do ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, e questionou a situação do ex-presidente, que atualmente está sob prisão domiciliar. Ferreira também fez uma oração para Douglas Ruas e pediu aplausos para os católicos, ressaltando o respeito entre as religiões.
O evento, que começou por volta das 14h, teve a presença de Flávio prevista para as 15h. No entanto, a imprensa aguardou até as 15h30 para a chegada do candidato, que esteve acompanhado de Douglas Ruas e de Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Ao final do evento, Flávio, Ruas e Malafaia receberam uma Bíblia comemorativa do centenário e um livro que narra a história da igreja.
Opinião
O evento reflete a crescente influência das igrejas evangélicas na política brasileira, especialmente em um período eleitoral marcado por divisões e polarizações.





