As eleições presidenciais do Real Madrid em 2026 estão movimentando o futebol europeu, especialmente após o anúncio de Enrique Riquelme, candidato à presidência, sobre uma suposta contratação do artilheiro Erling Haaland.
O anúncio causou alvoroço no Manchester City, que rapidamente se posicionou, ameaçando processar Riquelme por declarações consideradas enganosas. O clube inglês afirmou que não existe qualquer cláusula contratual que permita a transferência de Haaland, desmentindo a possibilidade de sua saída.
“As notícias que surgiram da Espanha sobre o futuro de Erling Haaland são falsas”, declarou o Manchester City. “Estamos considerando medidas legais pelo uso da imagem de nosso jogador neste contexto”.
A situação se complicou ainda mais com a reação do estafe do jogador. Alf-Ing Halland, pai de Erling, e sua empresária, Rafaela Pimenta, também emitiram uma nota conjunta, desmentindo os rumores de transferência. “Tudo muito divertido, mas não é verdade. Desejamos tudo de bom aos dois candidatos nas eleições de Madrid”, disseram.
O clima tenso se intensifica com a recente saída do técnico Pep Guardiola do Manchester City, que está passando por um processo de reformulação. Riquelme, em sua campanha, afirmou que a chegada de Haaland seria uma jogada decisiva para vencer Florentino Pérez nas eleições.
Opinião
A situação entre Riquelme e o Manchester City evidencia como as eleições no Real Madrid podem influenciar o mercado de transferências, gerando tensões inesperadas.





