O candidato ao governo do Rio pelo PSD, Eduardo Paes, participou de uma sabatina realizada em 11 de setembro de 2023, onde fez críticas contundentes ao governo do PL. A entrevista, que teve 1h30 de duração, foi conduzida por jornalistas de importantes veículos como O Globo, Extra, Valor e CBN.
Críticas ao governo do PL
Durante a sabatina, Paes destacou que o governo do PL no Rio teve quatro secretários presos com ligações ao crime organizado, mencionando casos de corrupção e má gestão. Ele se referiu a Rodrigo Bacellar, que foi secretário estadual de Governo e também foi preso, como um exemplo de falha na administração pública.
Desempenho educacional do Rio
Paes também abordou o Ideb do Rio de Janeiro, que no ensino médio é de 3,7 em 2025, sublinhando a necessidade de melhorias no sistema educacional. Ele comparou a situação com a cidade de São Gonçalo, que obteve nota 4,9 no Ideb dos anos iniciais, ressaltando a importância de ações efetivas para elevar esses índices.
Nomeações polêmicas
Outro ponto levantado por Paes foi a nomeação de Marcus Vinícius Amim Fernandes como chefe da Polícia Civil, ocorrida após mudanças na lei orgânica que permitiram a sua ascensão. Ele criticou a relação entre Amim e Bacellar, sugerindo que isso demonstra a continuidade de práticas problemáticas na segurança pública.
Apoio de Antonio Rueda
Paes também comentou sobre o apoio do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, a seus aliados, apesar de afirmar que não contava com o apoio oficial do partido. Rueda, que declarou neutralidade, tem participado de eventos com aliados de Paes, indicando uma relação mais próxima do que o candidato sugeriu.
Déficit no sistema penitenciário
Por fim, Paes mencionou o déficit de cerca de 20 mil vagas no sistema penitenciário do Rio de Janeiro, um problema crônico que demanda atenção urgente. A Secretaria de Polícia Penal confirmou que apenas 8 das 47 unidades prisionais não apresentam falta de vagas, evidenciando a necessidade de reformas significativas.
Opinião
A sabatina de Eduardo Paes evidenciou uma série de questões críticas que o estado do Rio de Janeiro enfrenta, refletindo a complexidade do cenário político e social atual.





