O presidente do STF, Edson Fachin, se manifestou sobre a rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga na Corte. Em uma nota enviada a jornalistas no dia 29 de novembro, Fachin afirmou que o STF respeita as prerrogativas do Senado.
Fachin destacou que a decisão foi tomada em uma sessão plenária, onde o nome de Messias foi rejeitado por 42 votos a 34. “A Presidência do Supremo Tribunal Federal toma conhecimento da decisão do Senado Federal de não aprovar, em sessão plenária realizada nesta data, a indicação submetida para o preenchimento de vaga nesta Corte”, declarou.
O presidente do STF reafirmou o respeito à história pessoal e institucional de todos os envolvidos no processo e ressaltou que a vida republicana se fortalece quando as divergências são tratadas com elevação, urbanidade e responsabilidade pública. Fachin também mencionou que irá aguardar com serenidade o preenchimento da vaga, afirmando que a Corte espera as providências constitucionais cabíveis para o oportuno preenchimento.
Jorge Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua rejeição gerou reações no meio político. O ministro André Mendonça lamentou a decisão, afirmando que o Brasil perdeu a oportunidade de ter um grande ministro no STF. Mendonça, que também é evangélico como Messias, ressaltou que o advogado possui caráter, é íntegro e preenche os requisitos constitucionais para o cargo.
Opinião
A rejeição de Jorge Messias pelo Senado levanta questões sobre o futuro do STF e as próximas indicações que poderão surgir.





