O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Fifa cometeria um “erro terrível” se decidisse substituir seu presidente, Gianni Infantino. As declarações foram feitas em sua plataforma, Truth Social, nesta segunda-feira, em meio a uma crise que envolve a entidade máxima do futebol mundial.
Trump qualificou Infantino de “formidável” e elogiou a Copa do Mundo mais bem-sucedida sob sua presidência. “Se ele se for, não será tão exitosa ou rentável novamente!”, afirmou o presidente americano, que também tentou reforçar sua relação com o dirigente.
Críticas e apoio à presidência de Infantino
Enquanto Trump defende Infantino, as confederações da Europa (Uefa), da América do Norte, América Central e Caribe (Concacaf) e da Ásia (AFC) tentaram atrair apoio contra o presidente da Fifa. Em uma carta conjunta, destacaram que “a liderança no futebol não é uma posse” e criticaram a atual gestão, afirmando que a confiança foi quebrada.
A Fifa e Infantino negaram as alegações de má conduta e a entidade expressou apoio ao presidente, referindo-se à reação negativa como um “esforço concertado e em andamento de alguns para minar” a organização. Além disso, outras organizações de futebol, como a Confederação de Futebol Africana (CAF) e a Conmebol, também manifestaram apoio a Infantino.
Relação entre Trump e Infantino
Gianni Infantino tentará a reeleição à frente da Fifa em março próximo. A relação entre Infantino e Trump se fortaleceu desde o retorno do republicano à Casa Branca, em 2025, e em dezembro do ano passado, Infantino entregou ao presidente americano o Prêmio da Paz da Fifa, criado para a ocasião.
Opinião
A defesa de Trump a Infantino mostra como a política e o futebol podem se entrelaçar, especialmente em tempos de crise.





