O dólar disparou e atingiu R$ 5,15, o maior nível em 2 meses, impulsionado por apostas em uma alta de juros nos Estados Unidos. O mercado reagiu a dados de emprego americano que sugerem um aperto nas condições monetárias pelo Fed.
Queda nas Bolsas de Nova York
As bolsas de Nova York sofreram quedas significativas, com o índice Nasdaq registrando uma queda de 4,18%, aos 25.709,43 pontos, o S&P 500 caindo 2,65%, aos 7.383,68 pontos, e o Dow Jones recuando 1,35%, aos 50.866,78 pontos.
Cooperação do Brasil com os EUA
Após a decisão dos EUA sobre as facções PCC e CV, o Brasil decidiu manter a cooperação contra o crime, descartando qualquer ação militar. Essa medida é vista como mais política do que prática em relação ao combate às facções.
Acordo para evitar tarifas dos EUA
O governo brasileiro está organizando um diálogo com o setor privado enquanto avalia um acordo para evitar uma tarifa de 25% imposta pelos EUA. A mobilização dos setores afetados será crucial para discutir estratégias de proteção comercial.
Projeções do BNP Paribas
O BNP Paribas projeta que a Selic deve atingir 14% em 2026, prevendo uma retomada dos cortes em dezembro. O cenário exige uma política monetária mais contracionista por parte do Banco Central no curto prazo.
Impasse da Airbus com a Embraer
A Airbus enfrenta um impasse sobre o lançamento antecipado do A220, que continua deficitário e está perdendo encomendas para a concorrente brasileira Embraer.
Mudanças no consignado do INSS
As mudanças no consignado do INSS têm gerado um impacto misto no crédito, segundo a agência de rating Fitch. Embora prazos mais longos possam reduzir o valor das parcelas, eles também aumentam o risco de “duration” em um ambiente de juros elevados.
Opinião
A atual volatilidade do mercado financeiro e as decisões do governo em relação a tarifas e cooperação internacional refletem um cenário desafiador para a economia brasileira, que precisa de estratégias eficazes para enfrentar os impactos externos.





