O Corinthians abriu 3 a 0 sobre o Cruzeiro na final da Libertadores Feminina nesse sábado (31), em Quito, no Equador, e parecia a caminho de conquistar o título pelo quarto ano consecutivo. No entanto, a equipe mineira reagiu de forma surpreendente, empatando a partida em 4 a 4 no tempo regulamentar e vencendo nos pênaltis.
Os gols do Corinthians foram marcados por Vic Albuquerque e Gabi Zanotti, ambas com dois gols cada. Do lado do Cruzeiro, Vitória Calhau, Byanca Brasil, Ketlin e Letícia Ferreira marcaram, incluindo um gol nos acréscimos que levou a partida para a disputa de pênaltis.
Nas penalidades, o Cruzeiro triunfou por 5 a 4, conquistando assim seu primeiro título da Libertadores Feminina. Com esse resultado, o Brasil manteve sua hegemonia na competição, acumulando 15 títulos em 18 edições. O Corinthians, que já havia conquistado as edições de 2017, 2019, 2021, 2023, 2024 e 2025, viu seu sonho de tetracampeonato ser frustrado.
A vitória do Cruzeiro também garante uma premiação de US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 10 milhões) ao campeão da Libertadores Feminina, enquanto o vice-campeão, Corinthians, receberá US$ 600 mil. O Santa Fe, da Colômbia, que superou o Olimpia, do Paraguai, por 4 a 3 na disputa do terceiro lugar, ficará com US$ 250 mil.
Antes da decisão, o Corinthians tinha um histórico favorável contra o Cruzeiro, com 12 vitórias em 17 confrontos anteriores. O último encontro havia ocorrido no dia 7 de setembro de 2026, pelo Brasileirão Feminino, onde o Corinthians venceu por 3 a 1.
Opinião
A conquista do Cruzeiro na Libertadores Feminina é um marco importante e demonstra a força do futebol feminino brasileiro, capaz de surpreender até os maiores favoritos.





