A Copa do Mundo de 2026 trouxe à tona uma nova geração de jogadores conhecidos como “nepobabies”, filhos de ex-atletas que seguem os passos de seus pais no futebol. Esta edição promete ser um espetáculo, com muitos desses jovens talentos representando seus países em campo.
Filhos de Zidane e Simeone em destaque
Um dos confrontos mais aguardados foi entre os filhos de Zinedine Zidane e Diego Simeone, que se enfrentaram na partida entre Argentina e Argélia. O goleiro Lucas Zidane e o atacante Giuliano Simeone mostraram que o talento é uma herança familiar, mesmo em uma partida onde Zidane sofreu três gols de Messi.
Outros herdeiros do futebol
Além dos filhos de Zidane e Simeone, outros nomes também se destacam nesta edição da Copa:
- Erling Haaland (filho de Alf-Inge Haaland): Principal jogador da Noruega, apontado como uma possível surpresa do torneio.
- Marcus Thuram (filho de Lilian Thuram): Centroavante da França, que carrega o legado do pai campeão mundial.
- Rayan (filho de Valkmar): Representante da seleção brasileira, criado nas categorias de base do Vasco.
- Tyler Bindon (filho de Jenny Bindon): Fez história ao se tornar parte da única relação mãe-filho a disputar uma Copa pelo mesmo país.
- Alexis Mac Allister (filho de Carlos Mac Allister): Titular da seleção argentina, com irmãos também no futebol profissional.
- Timothy Weah (filho de George Weah): Atacante do Olympique de Marseille e filho do único africano a ser eleito o melhor jogador do mundo.
Além deles, outros jogadores como Gatito Fernández, Nico Paz e Giovanni Reyna também representam suas famílias e países com orgulho nesta Copa do Mundo.
Opinião
A presença desses nepobabies na Copa do Mundo de 2026 traz uma nova perspectiva sobre o legado no esporte, mostrando que o talento pode ser uma herança valiosa.





