A Chapecoense visitou, nesta sexta-feira (25), o local do trágico acidente aéreo que ocorreu em 28 de novembro de 2016, no monte Cerro Gordo, em La Unión, Colômbia. A tragédia, que resultou na morte de 71 pessoas, ainda é lembrada como uma das maiores do futebol mundial.
Representantes do clube participaram de uma homenagem organizada por autoridades locais em memória das vítimas. Entre os presentes estava o ex-zagueiro Neto, um dos seis sobreviventes do acidente, que retornou ao local pela terceira vez. Ao todo, o local abriga um mural com as fotografias das vítimas e a inscrição “Campeões do céu”. Um monumento em homenagem aos falecidos será inaugurado em breve, com os nomes gravados.
Na região, ainda é possível observar fragmentos da fuselagem do avião que transportava a delegação da Chapecoense. O clube se prepara para disputar um amistoso contra o Atlético Nacional no dia 26 de novembro de 2023, no estádio Atanasio Girardot, como parte das homenagens pelos dez anos da tragédia.
O acidente ocorreu quando a equipe se preparava para pousar em Medellín, a fim de disputar a final da Copa Sul-Americana contra o Nacional. Infelizmente, o avião ficou sem combustível e colidiu contra a montanha. Miguel Ramírez, um camponês local, foi o primeiro a chegar ao local do acidente e socorrer as vítimas, junto com seu filho Johan, que ficou conhecido como o “Menino-Anjo da Chapecoense”.
Após a tragédia, a Chapecoense foi declarada campeã da Copa Sul-Americana pela Conmebol, a pedido do Atlético Nacional. As duas equipes se reencontraram cinco meses depois para disputar a Recopa Sul-Americana de 2017, que foi conquistada pelo clube colombiano.
Opinião
A visita da Chapecoense ao local do acidente é um ato de reverência e lembrança, que reforça a importância de honrar a memória das vítimas e a resiliência do clube.





