Eleições

Augusto Cury enfrenta estagnação nas intenções de voto e preocupa campanha

Augusto Cury enfrenta estagnação nas intenções de voto e preocupa campanha

A pesquisa mais recente do instituto Quaest revelou que Augusto Cury, candidato à Presidência da República pelo Avante, enfrenta um cenário de estagnação nas intenções de voto. Atualmente, Cury possui 8% das intenções, ocupando a terceira posição, atrás de Lula, que lidera com 36%, e Flávio Bolsonaro, que soma 29%.

Apesar de ter alcançado a liderança entre os eleitores independentes em 2 de setembro, com 24%, Cury viu sua popularidade cair para 17% uma semana depois. Essa oscilação gera preocupação em sua campanha, que teme um teto eleitoral.

Desempenho nas pesquisas

O levantamento do Quaest também indicou que, em um cenário de segundo turno contra Lula, Cury teria 35% das intenções de voto, enquanto o petista alcançaria 39%. No Sul do Brasil, Cury se destaca, vencendo Lula com 43% contra 33%.

Entre os eleitores com ensino superior, Cury ainda apresenta um desempenho considerável, com 50% das intenções de voto, em comparação a 31% de Lula. No entanto, a situação é inversa no Nordeste, onde Lula domina com 53% das preferências.

Desafios e oportunidades

A pesquisa também mostra que Cury mantém 8% entre eleitores da “direita não bolsonarista” e oscila entre 10% e 14%</strong% nas faixas etárias de 16 a 34 anos. Contudo, o domínio de Lula entre os eleitores de esquerda e de Flávio entre os apoiadores do bolsonarismo impede um crescimento mais expressivo do candidato do Avante.

Opinião

A estagnação de Augusto Cury nas pesquisas indica que, apesar de atrair o eleitor independente, ele ainda enfrenta desafios significativos para se consolidar como uma alternativa viável na corrida presidencial.