A Anvisa anunciou, em 23 de outubro de 2026, a proibição da venda, distribuição, fabricação e propaganda do Percarbonato de Sódio Essencial da Cedro Química, localizada em São José do Cedro, Santa Catarina. A decisão foi tomada devido à falta de registro ou notificação do produto.
Além disso, a Anvisa apreendeu todos os produtos da Araújo Produtos de Limpeza, de Paulo de Faria, São Paulo, que não possui autorização de funcionamento. A agência destacou que produtos que não passam pela avaliação da vigilância sanitária são considerados clandestinos.
Os riscos associados à falta de regulamentação incluem queimaduras, problemas respiratórios, irritações, machucados e graves intoxicações. Essas medidas refletem a preocupação da Anvisa em garantir a segurança dos consumidores diante de produtos potencialmente perigosos.
Essa ação da Anvisa ocorre em um contexto de polêmica, já que em maio de 2026, a agência já havia recolhido produtos da marca Ypê após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa em novembro de 2025. O caso gerou debates públicos, com alguns setores sugerindo uma possível perseguição à Ypê devido a sua associação com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
No entanto, a própria Ypê reconheceu a presença da bactéria e anunciou a necessidade de recolhimento, o que contrasta com as alegações de perseguição. Recentemente, a Anvisa também autorizou a venda de detergentes e desinfetantes fabricados em novembro e dezembro de 2025, após a apresentação de laudos satisfatórios pela Ypê.
Opinião
As ações da Anvisa ressaltam a importância da vigilância sanitária na proteção dos consumidores, especialmente em um mercado onde a segurança dos produtos é fundamental.





