O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL), lançou sua pré-candidatura ao Senado em um evento em Guarulhos que reuniu cerca de 10 mil pessoas no último sábado (20). Este ato alinhou as pré-candidaturas da direita paulista para as eleições de 2026.
O evento contou com a presença do governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), que também disputará uma vaga ao Senado. A nova composição da chapa da direita foi selada após a condenação de Eduardo Bolsonaro (PL) pelo STF, que o tornou inelegível.
Condenação de Eduardo Bolsonaro altera cenário eleitoral
A condenação por unanimidade do STF reorganizou a chapa que estava prevista para as eleições. Eduardo, que tinha a expectativa de disputar o Senado, agora ocupa a posição de primeiro suplente na chapa de André do Prado. A escolha de Prado foi apoiada pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e pelo governador Tarcísio de Freitas, que acredita que a presença de Prado pode ajudar a somar votos no interior paulista.
Desempenho nas pesquisas e desafios eleitorais
Apesar do apoio, o desempenho de André do Prado nas pesquisas eleitorais é considerado um fator desfavorável. Em uma recente pesquisa do instituto Real Time Big Data, ele aparece em quinto lugar, atrás de outros pré-candidatos, incluindo Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede). Com as eleições marcadas para 04 de outubro de 2026, a situação pode mudar rapidamente.
Opinião
A pré-candidatura de André do Prado representa uma nova dinâmica na política paulista, especialmente após a condenação de Eduardo Bolsonaro, que pode impactar a estratégia da direita nas próximas eleições.





