O ex-ministro da Defesa, Aldo Rebelo, anunciou sua determinação em manter a pré-candidatura à presidência pelo Democracia Cristã (DC), mesmo após o partido ter comunicado sua expulsão em caráter sumário no dia 21 de maio de 2026. Rebelo considera a expulsão ilegal, argumentando que fere dispositivos constitucionais.
Em uma nota pública, Aldo Rebelo defendeu sua permanência no partido, citando princípios constitucionais como o direito à ampla defesa e ao contraditório. Ele criticou a decisão do DC, que anunciou o ex-ministro Joaquim Barbosa como pré-candidato, afirmando que essa escolha é uma tentativa de blindagem em relação ao Caso Master.
Reação e Ameaça Judicial
Aldo Rebelo tem manifestado publicamente sua insatisfação com a decisão do partido e não descartou a possibilidade de judicializar a expulsão. Em sua nota, ele destacou que a medida extrema contra sua filiação carece de justificativas concretas, apontando incoerências e violações das garantias constitucionais.
Rebelo reafirmou sua intenção de seguir em frente com sua pré-candidatura até a convenção partidária, que é a instância competente para decidir sobre as candidaturas do partido. Ele enfatizou que a decisão de expulsá-lo representa um exercício abusivo de direito e uma transgressão das normas estatutárias do Democracia Cristã.
Opinião
A situação de Aldo Rebelo reflete a tensão interna do Democracia Cristã e levanta questões sobre a liberdade de expressão e os direitos dos filiados dentro das legendas partidárias.





