Luis Felipe Cunha, advogado e primeiro suplente do senador Sergio Moro, anunciou sua filiação ao Partido Liberal (PL) no dia 08 de outubro de 2026. A mudança de partido ocorreu durante um evento em Brasília, onde o candidato à presidência Flávio Bolsonaro se reuniu com governadores e senadores eleitos do Sul do Brasil.
Com essa filiação, Cunha se prepara para integrar a bancada do PL, que contará com 29 senadores, a maior desde a redemocratização do país. A posse de Cunha está marcada para janeiro de 2027, quando ele assumirá a cadeira deixada por Moro, que foi eleito governador do Paraná no primeiro turno das eleições, em 04 de outubro de 2026.
Compromissos e Expectativas
Cunha expressou sua determinação em trabalhar em prol do povo paranaense. “Ocupar uma cadeira no Senado da República é um privilégio que traz junto uma grande responsabilidade. O meu maior compromisso é com o povo do Paraná e, por isso, minha atuação será pautada nos mesmos princípios e valores que o governador eleito Sergio Moro partilha”, afirmou durante a filiação.
Ele também mencionou a intenção de colaborar com o candidato a senador mais votado do estado, Filipe Barros, e com Deltan Dallagnol, que também foi eleito no primeiro turno, mas aguarda a confirmação da diplomação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Trajetória Profissional
Natural de São Paulo e residente em Curitiba desde 1994, Cunha tem uma carreira consolidada no direito, tendo sido diretor jurídico do Brasil Telecom e da Oi/Telemar. Ele também foi vice-presidente do Instituto dos Advogados do Paraná por dois mandatos e membro do Tribunal de Ética e Disciplina. Desde 2009, é sócio do escritório de advocacia Vosgerau e Cunha.
Opinião
A filiação de Cunha ao PL representa uma nova fase em sua carreira política, e sua proximidade com figuras influentes do partido poderá ser crucial para sua atuação no Senado.





