O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, foi hospitalizado após um mal-estar ocorrido durante o retorno a Brasília, após compromissos de campanha em Goiânia.
A assessoria do senador informou que ele foi levado ao Hospital DF Star por precaução, e que uma possível queda de pressão foi identificada como a causa do mal-estar. Felizmente, a equipe médica comunicou que Marinho passa bem e aguarda os resultados dos exames.
Compromissos de Campanha
Durante sua agenda em Goiânia, Rogério Marinho participou de um ato de apoio do governador Ronaldo Caiado (PSD) à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno. O evento contou também com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Reunião no STF
Antes de seu mal-estar, Marinho esteve no Supremo Tribunal Federal (STF) para uma reunião com o presidente da Corte, Edson Fachin. O encontro ocorreu em meio a críticas da campanha de Flávio Bolsonaro a decisões do Judiciário que, segundo Marinho, interferem na atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Após a reunião, Marinho afirmou que não haverá “vingança” contra ministros do STF em um possível governo de Flávio, mas também não haverá omissão em relação a crimes de responsabilidade. Ele defendeu mudanças no regimento interno do Senado para permitir a abertura automática de pedidos de impeachment de ministros do STF com o apoio de 49 senadores.
Resultados do Primeiro Turno
Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno das eleições com 47,03% dos votos válidos e enfrentará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, marcado para 25 de outubro. A campanha iniciou uma ofensiva para ampliar sua base política, com Marinho à frente das negociações com partidos do centrão.
Opinião
A hospitalização de Rogério Marinho levanta preocupações sobre a saúde dos líderes da campanha em um momento crucial para Flávio Bolsonaro.





