O Governo Lula está considerando uma proposta que pode impactar milhares de famílias endividadas no Brasil. O Ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que a administração federal avalia a possibilidade de comprar dívidas antigas das famílias com recursos do Tesouro Nacional.
Proposta em discussão
A proposta, que será apresentada ao presidente Lula, tem como objetivo conter o crescente endividamento das famílias brasileiras. A implementação do programa está prevista para começar em 2027, com a compra de dívidas que possuem mais de 5 anos. O Tesouro Nacional utilizará leilões para realizar essas aquisições, garantindo que a meta fiscal e o orçamento não sejam comprometidos.
Impacto nas finanças das famílias
Dario Durigan enfatizou a importância de limpar o nome das pessoas, considerando que muitos bancos já tratam essas dívidas como irrecuperáveis. Ele destacou que, embora a cobrança ou quitação das dívidas ainda esteja sendo avaliada, a Empresa Gestora de Ativos (Emgea) poderá ser utilizada para gerir esse novo programa.
Programas anteriores e desafios futuros
O ministro também mencionou que os programas Desenrola 1 e 2, que visaram a renegociação de dívidas, foram essenciais para enfrentar o recorde de endividamento herdado da pandemia. Durigan comparou esses programas a vacinas que ajudam a mitigar os efeitos do endividamento no país.
Desafio da renda das famílias
O desafio do governo Lula é reduzir o comprometimento da renda das famílias, que enfrentam um cenário de juros altos. Durigan ressaltou que, ao contrário do governo anterior, não houve um período com juros negativos, o que complicou ainda mais a situação financeira das famílias brasileiras.
Opinião
A proposta do governo Lula de comprar dívidas antigas pode ser uma solução inovadora para ajudar as famílias endividadas, mas sua efetividade dependerá da implementação e gestão adequadas do programa.





