Antônio Carlos Zago se define como um guerreiro, refletindo sobre sua trajetória no futebol, tanto como jogador quanto como treinador. Natural de Presidente Prudente, Zago começou sua carreira como treinador em 2008, após encerrar sua carreira devido a lesões. Seu retorno ao Corinthians como diretor de futebol foi marcado por uma amizade com Andrés Sanchez, que o chamou para reformular o elenco do time. Sob sua gestão, o Corinthians foi campeão da Série B em 2008, retornando à elite do futebol nacional.
Desafios no Palmeiras e Juventude
Após sua passagem pelo Corinthians, Zago treinou o Palmeiras em 2016, enfrentando uma grave crise. O time terminou o Paulistão na 11ª colocação e não avançou nas competições. Sua saída foi marcada por polêmicas, incluindo uma discussão com o atacante Robert. Posteriormente, Zago teve passagens por diversos clubes, incluindo Grêmio Barueri e Mogi Mirim, até retornar ao Juventude, onde se tornou ídolo ao levar o clube a um vice-campeonato da Série C e vice-campeão gaúcho em 2016.
Retorno ao Internacional
Em 2017, Zago assumiu o comando do Internacional, que havia sido rebaixado para a Série B no ano anterior. Ele enfrentou desafios significativos, incluindo salários atrasados e uma equipe desmotivada. Apesar de um início promissor, Zago foi desligado após uma derrota para o Paysandu, mas deixou uma marca positiva ao resgatar a confiança do time.
Reflexões e aprendizados
Zago destaca a importância das amizades construídas ao longo da carreira e a necessidade de ser mais político no ambiente do futebol. Ele acredita que sua trajetória é marcada por batalhas e aprendizados, refletindo sobre os altos e baixos que enfrentou em sua carreira.
Opinião
A trajetória de Antônio Carlos Zago é um exemplo de resiliência e dedicação, mostrando que o caminho no futebol é repleto de desafios, mas também de grandes conquistas e aprendizados.





