Economia

Vaticano e Coreia do Norte: compras mínimas do Brasil revelam curiosidades

Vaticano e Coreia do Norte: compras mínimas do Brasil revelam curiosidades

Nos últimos 12 meses, o Vaticano e a Coreia do Norte figuraram entre os países que menos compraram produtos brasileiros, revelando dados curiosos sobre o comércio exterior do Brasil. Enquanto o Vaticano adquiriu quase US$ 19 mil em mercadorias, a Coreia do Norte gastou apenas US$ 127.

Vaticano investe em produtos brasileiros

O Vaticano, um dos menores países do mundo, mostrou-se um dos principais compradores entre os dez países que menos importaram do Brasil. As importações se concentraram em janeiro e abril e incluíram filés de tilápia do Mato Grosso do Sul, máquinas e equipamentos do Rio de Janeiro, e partes de rolamento de São Paulo.

Coreia do Norte e suas compras mínimas

Por outro lado, a Coreia do Norte comprou apenas US$ 127 em mercadorias brasileiras, que consistiram em miudezas comestíveis de suíno de uma empresa do Ceará. Este dado é ainda mais intrigante considerando a notoriedade do país no cenário internacional.

Outros países com compras irrisórias

Além do Vaticano e da Coreia do Norte, outros países também se destacaram pelas baixas compras do Brasil. As Ilhas Marianas do Norte apenas adquiriram US$ 21 em margarina, enquanto o Saara Ocidental importou US$ 26 em biquínis gaúchos.

A Antártida, com suas condições extremas, importou US$ 615 em peças de equipamentos elétricos, e Tuvalu gastou US$ 1.420 em equipamentos elétricos e objetos de vidro. Por sua vez, Niue investiu US$ 2.954 em móveis gaúchos e objetos de vidro.

As Ilhas Åland compraram US$ 9,6 mil em couros e solventes, enquanto a Groenlândia importou quase US$ 16 mil em máquinas paranaenses.

Opinião

Esses dados revelam não apenas a diversidade do comércio brasileiro, mas também a importância de explorar novos mercados e fortalecer laços comerciais com países menos tradicionais.