Na manhã de 20 de outubro, uma loja da Vivo em Lambari, no Sul de Minas Gerais, foi alvo de um incêndio provocado por uma mulher de 41 anos. O incidente, que não deixou feridos, resultou em danos significativos a móveis e equipamentos da loja.
A suspeita, que deixou o local antes da chegada da polícia, teria agido motivada por um desentendimento pessoal com uma funcionária do estabelecimento. De acordo com informações da Polícia Militar, a mulher buscava especificamente a atendente, após um desentendimento que envolveu o ex-companheiro dela.
Investigação e Apreensões
As buscas pela mulher levaram os policiais até a sua residência, onde foi apreendido um revólver e 14 munições. O armamento pertencia ao ex-companheiro da suspeita, que é registrado como Colecionador, Atirador e Caçador. Ele relatou à polícia que desconfiou que a ex-companheira havia retirado a pistola de seu local de guarda um dia antes do ataque.
Além da arma, a polícia encontrou uma garrafa com vestígios de gasolina, material que pode ter sido utilizado no incêndio. O ex-companheiro da suspeita explicou que, apesar do término do relacionamento, eles ainda viviam juntos por questões relacionadas ao imóvel.
O Ataque e o Controle do Fogo
O ataque ocorreu após a funcionária da loja iniciar um relacionamento com o ex-companheiro da suspeita, o que gerou ameaças contra sua integridade física. A mulher chegou à loja com aproximadamente meio litro de gasolina e uma barra de ferro, espalhando o combustível na área de atendimento antes de iniciar o fogo.
As câmeras de segurança registraram o momento em que as chamas surgiram, levando as funcionárias a buscar abrigo em uma sala nos fundos. Uma transeunte, que passava pela loja, utilizou um extintor para controlar as chamas, evitando que o incêndio se espalhasse.
Após o incidente, a loja da Vivo já retomou o atendimento normalmente. A empresa se manifestou em nota, afirmando que repudia atos de violência e que, felizmente, ninguém ficou ferido durante o episódio.
Opinião
É alarmante ver como desentendimentos pessoais podem escalar para atos de violência, colocando em risco a segurança de todos.





