Pablo Marçal registrou sua candidatura à presidência pelo PRTB no dia 15 de agosto de 2026, a poucas horas do fim do prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O empresário, que já havia sido candidato a prefeito de São Paulo em 2024, enfrenta uma situação complicada: está inelegível até 2032, conforme decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).
Desafios na corrida eleitoral
A primeira pesquisa de intenção de voto com a presença de Marçal será divulgada pelo Datafolha em 21 de agosto de 2026. A pesquisa, que entrevistou 2.058 pessoas entre 18 e 20 de agosto, apresentará dois cenários: um com Marçal e outro sem ele. Isso ocorre porque, apesar de ter conseguido retornar ao PRTB por meio de uma liminar, sua inelegibilidade ainda pesa sobre sua candidatura.
Possíveis obstáculos e ações legais
A candidatura de Pablo Marçal pode ser barrada pelo TSE até 14 de setembro de 2026. O Ministério Público Eleitoral já solicitou que o tribunal rejeite seu registro. O empresário pode recorrer, mas sua situação é complicada, uma vez que já enfrentou ações contra ele após a campanha de 2024, incluindo acusações de irregularidades nas redes sociais.
Vice-candidato e apoio político
O vice-candidato de Marçal é Leonardo Avalanche, presidente do PRTB. A estratégia de Marçal para a campanha e a sua capacidade de atrair votos ainda estão em dúvida, especialmente considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais da pesquisa.
Opinião
A situação de Pablo Marçal ilustra os desafios enfrentados por candidatos em um cenário eleitoral complexo, onde a inelegibilidade e as ações judiciais podem impactar significativamente suas chances de sucesso.





