Os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) se reúnem em uma nova assembleia no dia 04 de agosto de 2026, às 17h, para decidir sobre a continuidade da greve que já afeta as linhas 11, 12, 13 e o Expresso Aeroporto desde a meia-noite. O movimento, que reivindica a garantia de emprego para 4 mil trabalhadores, contesta a recente privatização das linhas, efetivada em julho de 2026.
Impactos da Greve
A greve tem causado impactos significativos no transporte público, com as linhas 11 e 12 operando parcialmente, enquanto a Linha 13 e o Expresso Aeroporto permanecem totalmente paralisados. A mobilização surge em resposta a problemas operacionais, como atrasos frequentes e um incêndio em um trem, que levaram o governo a retomar a operação das linhas por 90 dias. As linhas atendem a regiões importantes como a Zona Leste, Guarulhos e o ABC Paulista.
Reação do Governo
O governo estadual, após a concessão das linhas para a empresa Trivia, se viu obrigado a intervir devido aos problemas enfrentados, sinalizando a fragilidade do modelo de privatização implementado. A assembleia dos trabalhadores é um reflexo da insatisfação com a atual situação e a busca por soluções que garantam a estabilidade dos empregos.
Opinião
A situação na CPTM evidencia a necessidade de um debate mais profundo sobre a privatização de serviços públicos e a proteção dos direitos dos trabalhadores, que são fundamentais para a manutenção de um transporte eficiente e seguro.





