O ex-governador André Puccinelli (MDB) declarou em convenção estadual do partido, realizada no dia 1 de outubro de 2023, que o MDB pode não indicar um nome para a suplência ao Senado nas eleições de 2026. A afirmação encerra as especulações sobre a composição do partido para a vaga.
Pucinnelli reconheceu que houve tentativas de negociação, mas indicou que elas não avançaram. Ao ser questionado sobre a possibilidade de o partido apresentar um candidato, ele foi enfático: “Eu acho que não vai ter”. O ex-governador atribuiu a condução das conversas ao presidente estadual do MDB, Waldemir Moka.
Possíveis Candidatos e Estrutura do MDB
Embora o espaço para a suplência esteja em dúvida, Puccinelli defendeu que a história e a força do MDB deveriam garantir a participação nas suplências. Ele afirmou: “Não só deveria ter, como poderia ou poderá ter, porque o tamanho do MDB seria mais do que suficiente para indicar a primeira, a segunda e, se tivesse, até a terceira”.
O nome do ex-ministro Carlos Marun foi mencionado como uma das possibilidades, mas Puccinelli ressaltou que qualquer decisão dependeria de uma reunião da Executiva estadual.
Chapas e Expectativas Eleitorais
Apesar da indefinição sobre a suplência, Puccinelli destacou que o MDB já possui uma chapa completa para deputado federal e conta com 19 nomes para a Assembleia Legislativa, podendo preencher até seis vagas remanescentes. “Nós vamos lavrar na ata que as vagas remanescentes poderão ser preenchidas de conformidade com a lei”, afirmou.
Puccinelli também expressou confiança na possibilidade de a disputa pelo Governo do Estado ser decidida no primeiro turno, embora tenha ressaltado que isso depende dos eleitores. “Tem grande chance de ser no primeiro turno”, concluiu.
Opinião
A situação do MDB em relação à suplência ao Senado reflete as complexidades das negociações políticas e a importância de uma estratégia bem definida para as próximas eleições.





