O PDT confirmou, em sua convenção realizada no último domingo (26), o nome de Alexandre Kalil como pré-candidato ao governo de Minas Gerais. A informação foi divulgada pelo presidente nacional do partido, Carlos Lupi, que também destacou a necessidade de alianças para compor a chapa, que ainda está incompleta.
Negociações para vice
As conversas para a escolha do vice de Kalil incluem partidos como PRD, União Brasil, PP e Solidariedade. Lupi ressaltou que a candidatura de Kalil é vista como viável e atraiu a atenção de diversos grupos. “Estamos conversando com várias legendas, mas as decisões costumam ser deixadas para a última hora”, afirmou.
Desafios do PT
Enquanto isso, o PT enfrenta dificuldades em sua busca por alianças. O partido não conseguiu formar uma aliança com o senador Rodrigo Pacheco e a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, optou por concorrer ao Senado, deixando o partido com o que foi chamado de “plano D”: o deputado federal Patrus Ananias, que ainda não tem um vice definido, mas recebeu propostas de Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José de Alencar.
Chapa do PDT ainda incompleta
Ainda segundo Lupi, a chapa do PDT para as eleições de 2026 ainda está incompleta, e a sigla busca consolidar parcerias que possam fortalecer a candidatura de Kalil. O presidente do partido expressou descontentamento com a situação atual, especialmente em relação à falta de espaço para o PDT nas chapas de outros partidos, como o PT em São Paulo, onde a relação entre as siglas tem enfrentado tensões.
Opinião
A confirmação de Kalil como pré-candidato indica um movimento estratégico do PDT em Minas Gerais, mas as dificuldades para formar uma chapa competitiva podem impactar suas chances nas eleições de 2026.





