O corpo do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Octavio Gallotti foi velado no Salão Branco da Corte, após sua morte no último domingo (26), aos 95 anos. A cerimônia ocorreu em um ambiente de respeito e homenagens, com a presença de ministros do Supremo e integrantes de outros tribunais.
Octavio Gallotti, que atuou no STF de 1984 a 2000, foi nomeado pelo ex-presidente João Figueiredo. Durante sua trajetória, Gallotti se destacou por sua discrição e compromisso com a magistratura, sendo lembrado pelo atual presidente do STF, Edson Fachin, como um exemplo de juiz que via o exercício da jurisdição como uma missão de Estado.
Sepultamento e legado
O sepultamento de Octavio Gallotti ocorrerá no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, no dia 28 de julho de 2026, às 16h. Nascido em 27 de outubro de 1930, no Rio de Janeiro, ele faz parte de uma família com forte tradição na magistratura brasileira. Seu avô, Antônio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque, foi ministro do STF entre 1917 e 1931, e seu pai, Luiz Gallotti, também ocupou uma cadeira na Corte entre 1966 e 1968. Sua filha, Maria Isabel Galotti, é ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Opinião
A morte de Octavio Gallotti representa uma perda significativa para o STF e a magistratura brasileira, refletindo um legado de compromisso e ética no serviço público.





