A Anvisa emitiu um alerta em 21/07/2026 sobre o uso de deepfake para enganar consumidores em recomendações de medicamentos e suplementos alimentares. Criminosos têm utilizado essa tecnologia, que altera a imagem e a voz de pessoas, para criar conteúdos que parecem autênticos, mas que visam impulsionar vendas de produtos muitas vezes clandestinos ou falsificados.
O alerta destaca que, mesmo que um famoso apareça recomendando um produto, é fundamental ter cautela. A saúde é um assunto sério, e o que pode ser adequado para uma pessoa pode não ser para outra. Cada indivíduo possui um histórico clínico único, e interações com outros medicamentos devem ser consideradas.
Riscos e regulamentações
A Resolução 2.336/2023 do Conselho Federal de Medicina (CFM) determina que profissionais de saúde devem se identificar corretamente ao divulgar conteúdos médicos. Isso inclui o número de registro no CRM e o número RQE para especialistas. A verificação das credenciais é essencial para evitar fraudes.
Além disso, a venda de medicamentos no Brasil é restrita a farmácias regularizadas, e suplementos não devem alegar cura ou tratamento de doenças. Produtos não avaliados pela Anvisa podem representar riscos graves à saúde, e o uso de substâncias sem a devida avaliação não garante segurança ou eficácia.
Cuidados ao consumir produtos de saúde
O alerta também menciona que produtos vendidos como “químicos experimentais” ou para “fins de pesquisa” geralmente são tentativas de enganar o consumidor. A população deve sempre checar a regularidade dos produtos e consultar profissionais de saúde habilitados antes de adotar qualquer tratamento.
Opinião
É crucial que os consumidores estejam atentos e informados sobre as práticas de marketing enganosas, especialmente em um contexto onde a saúde é constantemente ameaçada por fraudes.





