Ayrton Senna passou a integrar oficialmente o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, após a sanção da Lei nº 15.447/2026, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A publicação ocorreu no Diário Oficial da União e garante que o nome do tricampeão mundial de Fórmula 1 seja registrado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília.
Reconhecido como um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1, Senna conquistou os campeonatos mundiais em 1988, 1990 e 1991, além de acumular 41 vitórias em Grandes Prêmios. O brasileiro faleceu em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, em um trágico acidente durante o GP de San Marino, em Ímola, na Itália.
A homenagem foi originada a partir de um projeto de lei apresentado pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), que avançou no Congresso Nacional até ser aprovada e sancionada. O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria é um registro oficial que reúne brasileiros que fizeram contribuições significativas à história do país e está exposto no Panteão da Pátria, localizado na Praça dos Três Poderes, na capital federal.
Durante a tramitação da proposta, parlamentares destacaram que o legado de Senna vai além das pistas. Além de suas conquistas esportivas, foi lembrada a atuação do Instituto Ayrton Senna, fundado após sua morte e que desenvolve projetos voltados à educação de crianças e jovens em todo o país.
Após a oficialização da homenagem, o Instituto Ayrton Senna expressou seu reconhecimento “com honra e profunda gratidão”, ressaltando que a inscrição no Livro dos Heróis reforça a permanência do legado do ex-piloto para além do automobilismo. Esta não é a primeira homenagem federal a Ayrton Senna; em 2023, ele já havia sido declarado Patrono do Esporte Brasileiro por meio de outra lei federal.
Opinião
A inclusão de Ayrton Senna como Herói da Pátria é um reconhecimento merecido que perpetua seu legado e inspira futuras gerações.





