O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força (SP), afirmou que a sigla não deve apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em sua tentativa de reeleição. Em entrevista à Gazeta do Povo, Paulinho destacou que a tendência é não apoiar nem Flávio nem o presidente Lula (PT), que já havia sido descartado anteriormente.
No cenário estadual, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), recebeu Paulinho e o presidente do PRD, Ovasco Resende, no Palácio dos Bandeirantes, onde foi reafirmado o apoio à reeleição do governador.
Chapa pura e desistências
O Solidariedade lançou uma chapa pura, com Gilberto Kassab como pré-candidato a vice-presidente. Além disso, Paulinho da Força se destacou recentemente após assumir a relatoria do projeto de lei da anistia, que foi renomeado para dosimetria e transformado em lei. A sigla também havia sinalizado apoio à candidatura do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), que, no entanto, desistiu de concorrer à presidência, alegando que seu partido se concentrará em uma estratégia para 2030.
Enquanto isso, Flávio Bolsonaro ainda não definiu quem será seu vice, mas a necessidade de atrair o eleitorado feminino pode fazer com que o PL busque uma mulher para a posição, especialmente após a crise envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).
Opinião
A decisão do Solidariedade em não apoiar Flávio Bolsonaro pode alterar o cenário político e as alianças para as próximas eleições.





