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Prefeitura de Campo Grande promete nova proposta após rejeição de reajuste salarial

Prefeitura de Campo Grande promete nova proposta após rejeição de reajuste salarial

A Prefeitura de Campo Grande se comprometeu a apresentar uma nova proposta aos professores municipais sobre o reajuste salarial da categoria. Os educadores solicitaram um reajuste de 5,4% de acordo com o Piso Nacional de 20h, mas a proposta inicial da prefeitura foi de apenas 3,4%, dividida em duas parcelas de 1,7% cada, que foi recusada pelos professores.

Reunião e novas propostas

Após uma reunião realizada na última sexta-feira, 10 de novembro, o Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP) afirmou que o Executivo Municipal se comprometeu a apresentar uma nova proposta. Durante o encontro, a ACP reafirmou que o cumprimento do reajuste de 5,4% permanece como a pauta central das negociações. A administração municipal se comprometeu a trazer um novo texto com alterações em relação às propostas debatidas anteriormente.

Histórico de reuniões e assembleias

Essa foi a sexta reunião entre a prefeitura e a ACP desde a paralisação dos professores, que começou em 12 de junho. Uma nova Assembleia Geral Extraordinária está marcada para o dia 13 de novembro, onde a nova proposta será apresentada e debatida.

Impacto da nova legislação

O pedido de reajuste ocorre após a sanção da Lei 15.437/2026 pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que estabelece o novo piso salarial de R$ 5.130,63 para os professores da educação básica. Este aumento de 5,4% é superior ao índice de inflação, representando uma valorização significativa da categoria.

Rede Municipal de Ensino

A Rede Municipal de Ensino de Campo Grande conta com aproximadamente 8,9 mil professores e é uma das maiores do Estado. A administração da prefeita Adriane Lopes tem promovido diversas melhorias, incluindo a convocação de mais de mil professores concursados e investimentos em infraestrutura escolar.

Opinião

A situação dos professores em Campo Grande reflete a necessidade de um diálogo aberto e construtivo entre a administração municipal e a categoria, visando garantir a valorização dos profissionais da educação.