Na manhã do dia 7 de novembro, teve início a circulação de patinetes elétricos em Campo Grande, conforme a publicação do Diogrande de 22 de junho. O projeto está em um período experimental de 90 dias, mas já trouxe problemas para os moradores.
Uma das instalações, localizada no Parque Belmar Fidalgo, posicionou os patinetes em frente a uma vaga destinada a Pessoas com Deficiência (PCDs) e pessoas com 60 anos ou mais. Isso dificulta o estacionamento de veículos e o acesso à vaga, uma vez que os usuários têm dificuldade para abrir as portas e os cadeirantes não conseguem descer adequadamente.
Conflito com a Lei
A instalação dos patinetes no Belmar Fidalgo contradiz as especificações estabelecidas pela própria prefeitura, que determina que a devolução dos equipamentos não deve obstruir calçadas, faixas de pedestres, rampas de acessibilidade ou acessos veiculares. Essa situação gera preocupação entre os moradores e usuários do parque.
Custos e Utilização
Para utilizar os patinetes, é necessário baixar um aplicativo específico. O custo inicial para desbloquear o aplicativo é de R$ 0,99, e a tarifa é de R$ 0,39 por minuto de uso. O aplicativo também oferece pacotes de minutos e planos de assinatura mensal para usuários frequentes.
Silêncio da Agetran e Prefeitura
A reportagem tentou entrar em contato com a Agetran e a Prefeitura de Campo Grande para saber sobre a possível realocação dos patinetes, mas até o momento não houve retorno.
Opinião
A situação evidencia a necessidade de um planejamento mais cuidadoso e a importância de respeitar as normas de acessibilidade na cidade.





