A Prefeitura de Balneário Camboriú, por meio da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), solicitou à Caixa Econômica Federal a readequação do projeto da nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) no município, que faz parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O pedido inclui um investimento de R$ 189,1 milhões, com uma contrapartida mínima do município de 5%, equivalente a R$ 9.456.212,78. A proposta visa substituir a concepção original, ampliando a capacidade de tratamento de esgoto de acordo com as necessidades atuais da cidade.
Capacidade e Necessidades
A capacidade atual do sistema de tratamento da Emasa é de 447,50 litros por segundo, enquanto a demanda mínima necessária é de 712 litros por segundo. O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público prevê a ampliação do sistema até, no mínimo, 1,1 mil litros por segundo.
Nova Estrutura Proposta
A nova proposta substitui a estrutura baseada em lagoas de lodo ativado por uma solução em tanques modernos, que oferece maior eficiência operacional e potencial de expansão. A prefeita Juliana Pavan destacou a necessidade de uma solução moderna para o saneamento do município, enfatizando que a estrutura deve ser compatível com o crescimento projetado para os próximos anos.
“Estamos trabalhando para que o investimento público seja aplicado em uma obra definitiva, capaz de acompanhar a demanda da população e fortalecer o saneamento do município”, afirmou a prefeita.
Considerações Técnicas
O diretor-presidente da Emasa, Auri Pavoni, reforçou que a readequação do projeto é uma escolha técnica necessária, considerando a realidade operacional do município. A proposta de ampliação do recurso foi elaborada para garantir que a nova ETE seja muito mais moderna e eficiente do que a estrutura atual.
Opinião
A readequação do projeto da nova ETE é um passo importante para Balneário Camboriú, refletindo a urgência de soluções eficazes em saneamento diante do crescimento populacional e das demandas ambientais.





