A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em colaboração com a Receita Federal, deflagrou no dia 23 de junho de 2026 a Operação Rede de Fumaça, uma ação de grande escala que visa combater o comércio de cigarros eletrônicos, produtos que são considerados ilegais no Brasil.
Durante a operação, foram apreendidos mais de 25 mil dispositivos eletrônicos, além de 107 mil maços de cigarros convencionais contrabandeados. Essa iniciativa é parte de um esforço nacional para reduzir a oferta de produtos proibidos no mercado e proteger a saúde pública.
Objetivos da Ação
A Anvisa enfatiza que os dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como DEF, representam um sério risco à saúde da população. A preocupação é especialmente direcionada ao público jovem, que tem sido identificado como o principal alvo de fabricantes e distribuidores desses produtos. A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 855/2024 proíbe a comercialização de DEF no Brasil.
Riscos Associados
Estudos indicam que o uso de cigarros eletrônicos pode ser uma porta de entrada para o tabagismo, particularmente entre crianças e adolescentes. Pesquisas revelam que usuários de cigarros eletrônicos têm maior probabilidade de migrar para o uso de cigarros convencionais em comparação com não usuários.
Opinião
A Operação Rede de Fumaça é uma resposta firme da Anvisa e da Receita Federal para enfrentar o desafio do comércio ilegal de produtos que comprometem a saúde da população, especialmente dos jovens.
Opinião
A ação conjunta entre Anvisa e Receita Federal é crucial para proteger a saúde pública e combater o crescimento do tabagismo entre os jovens, um desafio que requer atenção contínua.





